Publicado por Claudio Santiago em 13 de Janeiro de 2026
Um dos erros mais comuns em qualquer projeto é acreditar que mais informação gera mais entendimento. Na prática, acontece exatamente o contrário.
Em experiências imersivas, quando o jogador recebe excesso de dados sem um contexto claro, ele trava. Fica inseguro, confuso e perde o engajamento.
No mundo dos negócios, acontece o mesmo.
Relatórios longos, processos complexos e comunicações confusas não geram ação. Contexto claro gera decisão.
???? Comece o ano perguntando:
As pessoas sabem exatamente por que estão fazendo o que fazem?
O objetivo está claro ou está escondido em excesso de informação?
Sem contexto, até a melhor ideia falha.
Gostamos de acreditar que somos totalmente racionais. Mas a realidade é simples:
Pessoas até pensam racionalmente, mas decidem emocionalmente.
Dentro de uma experiência imersiva, é a emoção que move o jogador para frente: curiosidade, urgência, surpresa, conquista.
No ambiente corporativo não é diferente.
Marcas memoráveis, líderes inspiradores e produtos desejados sempre despertam algum tipo de emoção. Se não gera emoção, não gera ação.
???? Para começar o ano com tudo, reflita:
O seu projeto desperta entusiasmo ou apenas obrigação?
Sua comunicação inspira ou apenas informa?
Emoção não é um detalhe. É um acelerador.
Pode parecer contraditório, mas liberdade total raramente engaja. Na maioria das vezes, ela paralisa.
Em jogos imersivos, quando o desafio é vago ou as regras são confusas, o jogador perde foco. Já quando o objetivo é claro e os limites são bem definidos, o engajamento dispara.
Nos negócios, acontece o mesmo.
Times precisam de autonomia, sim — mas também precisam de direção, critérios e expectativas claras.
???? Para este novo ano:
Seus objetivos são claros ou genéricos?
As pessoas sabem exatamente como medir sucesso?
Regras claras não limitam. Elas criam foco.
Toda grande experiência tem um ponto de virada.
É aquele momento em que algo muda, surpreende ou faz a pessoa pensar:
“Isso foi diferente.”
Em experiências imersivas, esse momento não acontece por acaso. Ele é pensado, desenhado e executado.
No mundo dos negócios, o “momento UAU” pode ser:
Um atendimento inesperadamente bom
Uma entrega acima da expectativa
Uma solução simples para um problema complexo
Sem esse momento, tudo vira apenas mais do mesmo.
???? Pergunta-chave para o início do ano:
Onde está o momento memorável da sua experiência, produto ou serviço?
Se ele não existe, é hora de criá-lo.
Existe um padrão claro no comportamento humano:
As pessoas esquecem o caminho, mas lembram de como terminou.
Em experiências imersivas, o final é tão importante quanto o início. Ele é responsável pela memória que fica, pela história que será contada depois.
No ambiente corporativo, isso vale para:
Encerramento de projetos
Experiência do cliente
Ciclos de trabalho
Feedbacks
Finalizar mal pode apagar um ótimo percurso. Finalizar bem pode transformar uma experiência comum em algo memorável.
???? Para este novo ciclo:
Como você encerra projetos?
Como seus clientes, parceiros e colaboradores se sentem no final da jornada?
Finalize forte ou será esquecido.
Essas lições não nasceram em planilhas ou teorias. Elas surgiram da observação real de pessoas em ação, sob pressão, resolvendo problemas e tomando decisões.
Se você aplicar esses princípios no seu negócio, na sua marca ou no seu time, o ano já começa em outro nível.
Menos sobre fazer mais. Mais sobre fazer melhor.
E, principalmente, sobre criar experiências que as pessoas queiram lembrar — e contar.
Qual dessas lições mais faz sentido para você neste início de ano?
Compartilhe com seu time, salve para rever depois e comece o ano com mais intenção, clareza e impacto.